Curiosidades
Dicas para a sua Memória

Memória decepcionante
Caso sua memória esteja lhe decepcionando, comprometendo o seu desempenho nas atividades diárias, procure um neurologista, geriatra ou neuropsicólogo para uma avaliação e orientação.

Pensamento voador
Quando o seu pensamento "voar", utilize um papel para fazer anotações relativas aos compromissos que sua mente vem se esforçando em lhe lembrar.

Afaste as preocupações
Afaste as preocupações, estabeleça prioridades, organize seu tempo. Mantenha-se alerta e presente nas suas atividades diárias. Sua memória agradece.

Acredite em você
Acredite em sua capacidade de fixar novas informações. Não desdenhe de sua memória, isso não ajuda.

Bom humor, um aliado para a sua memória
Quando estamos de bem com a vida, nos envolvemos mais com o mundo diante de nós e temos maior facilidade para aprender e fixar novas informações. A depressão não só atrapalha a memória, mas é também considerada um fator de risco para perdas cognitivas. Portanto, se a depressão bater a sua porta, não perca tempo, busque ajuda profissional.

"Mente sã em corpo são"
Atividade física regular proporciona inúmeros benefícios, como a melhora do condicionamento físico, do humor e da cognição. Pratique exercícios regularmente, de preferência orientados por um profissional especializado, e conquiste uma vida mais saudável e cheia de energia!

Viva o aqui e agora
Mantenha-se alerta e presente em todas as suas atividades diárias. Procure afastar as preocupações que roubam sua atenção do aqui e agora. As práticas da interiorização e da meditação conferem, dentre outros benefícios serenidade e maior assertividade na resolução de problemas, ajudando também sua memória. Vale a pena praticar e conferir!

Exercite sua mente e surpreenda-se!
Ao exercitar regularmente uma determinada capacidade, o cérebro mobiliza circuitos neurais para esta atividade e, como isso, se conquista melhor desempenho e bem-estar. Use a cabeça, envolva-se em atividades constritivas e participe de cursos qualificados. Acredite em você e deixe a preguiça de lado. Não espere mais. A hora de começar a exercitar sua mente é agora!
Mitos e Verdades
A perda neuronal ocorre ao longo de todo o desenvolvimento do sistema nervoso e é parte do próprio processo de organização do sistema, estando associada, inclusive, segundo Changeux (1991), ao processo de aprendizagem. As células nervosas quando atingem a etapa máxima de diferenciação não se multiplicam mais; desse modo, o patrimônio neuronal perdido não é renovado. A partir dos 30 anos, perdemos cerca de 100 mil neurônios a cada dia. Dos 30 aos 80 anos, tendo o indivíduo um estilo saudável de vida (sem excesso de bebida alcoólica, ausência de tabagismo, sem condições de estresse acentuado etc.), a perda é da ordem de 2 bilhões de neurônios. Nascemos com cerca de 100 bilhões de células nervosas e, portanto, contamos com um grande potencial neuronal excedente. De acordo com alguns estudiosos, utilizamos cerca de 10 a 20% do potencial cerebral e, se, por um lado, perdemos conexões neuronais estabelecidas, por outro, a capacidade de criação e estabilização de conexões sinápticas se mantém presente no curso de toda a vida, estando na dependência do exercício do intelecto para sua utilização. Desse modo, a perda que ocorre no envelhecimento fisiológico, não compromete por si só, o desempenho do adulto idoso (neste caso não estamos considerando doenças que atinjam o sistema nervoso).
Sabendo que, com o passar dos anos, perdemos neurônios e que essas células não se multiplicam, imaginamos o dia em que poucas restarão, comprometendo nosso raciocínio e memória?
O esquecimento é sempre um sinal de que algo ruim está acontecendo em nosso cérebro, em nossa mente?
Com o envelhecimento, só podemos esperar o declínio de capacidades?
Para avaliarmos se nossa memória está normal, basta comparar nosso desempenho com o de outras pessoas?
O indivíduo idoso não é mais capaz de aprender coisas novas?
Quanto mais memorizamos, mais "gastamos" nossa capacidade. É preciso economizar, memorizando só o que for mais importante?
A perda neuronal ocorre ao longo de todo o desenvolvimento do sistema nervoso e é parte do próprio processo de organização do sistema, estando associada, inclusive, segundo Changeux (1991), ao processo de aprendizagem. As células nervosas quando atingem a etapa máxima de diferenciação não se multiplicam mais; desse modo, o patrimônio neuronal perdido não é renovado. A partir dos 30 anos, perdemos cerca de 100 mil neurônios a cada dia. Dos 30 aos 80 anos, tendo o indivíduo um estilo saudável de vida (sem excesso de bebida alcoólica, ausência de tabagismo, sem condições de estresse acentuado etc.), a perda é da ordem de 2 bilhões de neurônios. Nascemos com cerca de 100 bilhões de células nervosas e, portanto, contamos com um grande potencial neuronal excedente. De acordo com alguns estudiosos, utilizamos cerca de 10 a 20% do potencial cerebral e, se, por um lado, perdemos conexões neuronais estabelecidas, por outro, a capacidade de criação e estabilização de conexões sinápticas se mantém presente no curso de toda a vida, estando na dependência do exercício do intelecto para sua utilização. Desse modo, a perda que ocorre no envelhecimento fisiológico, não compromete por si só, o desempenho do adulto idoso (neste caso não estamos considerando doenças que atinjam o sistema nervoso).

